terça-feira, 9 de março de 2010

Texto Poético


Era uma vez

D. Pedro e D.Inês

Juntos de uma vez

Sem mágoas nem malvadez...


Por um amor verdadeiro

Numa vida inteira

Sem mágoas nem rodeio

Por uma uma simples brincadeira.


Os seus olhos são neve

Branquinha e fresquinha

Que arrepia ao passar...


O seu amor

Corta-me o vento
E num instante
me acalenta...
Inês... o teu nome ecoa
nos ventos,
nas águas,
em mim...

Conto de D. Pedro e D. Inês de Castro


Era uma vez uma linda menina que adorava passar os dias a apanhar flores em campos e ouvir os passarinhos a cantar. Essa menina pertecencia à família nobre de Castro. Um dia a família Real portuguesa convidou os Castro para um banquete.
Nesse tal dia encontravam-se várias familias nobres. Quando as trompetas soaram, Inês viu pela primeira vez o seu grande amor, D. Pedro e o mundo estremeceu com a velocidade do seu coração. Quando deu por si sentiu que estava apaixonada pelo rei D. Pedro e ele dirigiu-se a ela e convidou- a para dançar. Durante a dança apenas trocaram olhares e após a dança, D. Pedro perguntou-lhe se queria ir dar uma volta no jardim do palácio.
Após essa noite Inês esperava cada dia para ver o seu amado outra vez.
Mas o destino não estava a favor dos dois, pois D. Pedro era casado com D. Constança, o que impedia este amor.
Mas mesmo assim envolveram-se e tiveram dois filhos e D. Pedro separou-se de D. Constança e foram viver para Espanha, terra natal de Inês. Foram felizes para todo o sempre.

terça-feira, 2 de março de 2010

Carta de D. Pedro a D. Inês de Castro



D. Pedro I
Av. de D. Afonso, 667, 7º esquina
1700 - 23 Lisboa


D. Inês de Castro
Margens do Mondego
Coimbra, 31 de Janeiro de 1355


Minha querida Inês de Castro,


Depois de um dia exaustivo, nada melhor para relaxar do que escrever-lhe uma carta, a propósito das lembranças recordadas. Esta carta é dirigida à vossa pessoa e há-de relembrar-lhe o amor inesquecível que sinto por si, minha amada Inês.
Sempre serás a única mulher que vou e hei-de amar com todo o respeito e fidelidade.
Depois do protector, teu pai, proibir-me de te ver, a minha alma desvaneceu, enriqueceu-se em lágrimas e tristeza profunda.
Todo o sofrimento ou qualquer lágrima para a ter ao meu lado ficará isolada e derramada no Rio Mondego, marcadando para sempre o triste rio.
Uma das margens do Rio Mondego ou ainda melhor, o nosso sítio, a Quinta das Lágrimas, espera-nos para um reencontro cheio de amor e alegria, no fim de tantos anos de esperança.
Recordando-lhe que esta carta que lhe escrevo é sinal do meu amor vivo e verdadeiro, minha amada Inês de Castro, recorrendo a um encontro, proposto por minha parte.
Espero uma resposta, para o momento marcado e revelado.

Um beijo eterno para sempre minha Inês, do teu amado,
Pedro.